— O que levas nessas águas turvas? — diz o homem na curva do rio, que segue, indolente, com sentimento de culpa.
— Escondes o lixo humano que trazes de outras plagas, tingindo de escombros tuas águas, tecidas de mágoas, de onde jazem, sem esperança, tuas nascentes!
E não muito além, só encontrarás jazigo... E todos a montante, a jusante, em breve, morreremos contigo.
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