A pandemia de COVID-19 está gerando uma crise sanitária sem precedentes na história do Brasil, agravando as disputas políticas. Infelizmente, a turma da oposição radical tem se aproveitado dessa situação crítica para tentar desestabilizar o governo a todo custo, utilizando até mesmo o STF como meio para contestar ou derrubar medidas relacionadas às determinações do Presidente da República, principalmente aquelas relacionadas ao ministério da Fazenda, que se opõe ao fechamento completo da economia, como desejam os adeptos do lockdown permanente.
Essa atitude é claramente política, visando enfraquecer o governo e, no fundo, torcendo pelo impeachment do atual governo. Essa loucura ameaça levar nosso país ao caos econômico e social, especialmente considerando que já metade da população vive em condições de pobreza absoluta.
Aqui no Brasil, a epidemia é global, mas a grande mídia, sem recursos de publicidade, tornou-se um consórcio de informações unificadas com o claro objetivo de desgastar o governo. O congresso, preocupado apenas com seus interesses, aliado à divisão da sociedade em questões de saúde pública, dificulta as ações do governo federal, ou até mesmo as impede, visando afastá-lo definitivamente.
Frente a essas dificuldades, como reagirá o governo? Resistirá às tentações da governabilidade em troca do apoio do Centrão ou se manterá firme em suas propostas? O STF também tem agido politicamente, torpedeando as iniciativas do Presidente em manter a economia funcionando regularmente e fornecendo suporte financeiro para os necessitados, enquanto estimula ações preventivas.
É certo que o Presidente tem sido polêmico em suas declarações, agredindo desnecessariamente seus opositores e até mesmo desconsiderando questões de saúde pública. No entanto, ele foi eleito por essas características, e o melhor a fazer seria deixá-lo governar e substituí-lo ou não no próximo pleito, como ocorre em qualquer democracia.
Diante da crise sanitária e do caos político e social, vemos pessoas em situação de extrema vulnerabilidade, com muitos recorrendo à mendicância. O governo tem feito o possível, mas enfrenta obstáculos, incluindo a acusação de desvios escandalosos de recursos públicos repassados para alguns governantes.
Estamos vivenciando um cataclisma sanitário, político e social, com diversas narrativas que certamente desembocarão em um processo eleitoral de máxima divisão da sociedade. Somente o futuro dirá se algum eleito será capaz de apaziguar a nação brasileira após as eleições. A ver...
Teresina, 20/04/2021.
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