No telescópio da existência,
Me perco em galáxias sutis,
E navegando por um vasto virtual,
Deslizo pelas órbitas do irreal,
Caindo em nebulosas estelares
De videntes cósmicos milenares.
Ah, como é sublime atravessar!
Muito além do espaço-tempo e seu véu,
Colher estrelas em jardins celestiais,
Onde brilham flores interdimensionais,
Rodopiando em espirais de sonhos,
Entre quimeras e constelações sem fim.
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